quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

A verdadeira espiritualidade


Em recente pesquisa de opinião pública, a agência Zogby/Forbes ASAP perguntou aos entrevistados: Pelo que você mais gostaria de ser conheci­do? Por ser inteligente? Por ter boa aparência? Por ter senso de humor? A metade dos entrevistados assinalou uma resposta inesperada: Disseram que gostariam de ter a reputação de "serem autênticos". Em um mundo de informações distorcidas e propaganda enganosa, a geração pós-moderna procura desesperadamente algo verdadeiro e autêntico. Eles não levarão os cristãos a sério, a menos que nossas igrejas e organizações paraeclesiasticas demonstrem um estilo de vida autêntico, que sejam comunidades que exibam o caráter de Deus em suas relações e maneira de viver.
Técnicas publicitárias que meramente transmitem uma imagem po­dem trazer dinheiro, mas não são o meio de realizar uma obra espiritual genuína.

"A maneira [da igreja] de falar a verdade não deve estar alinhada com as técnicas publicitárias modernas", escreve Newbigin, "mas tem de ter a modéstia, a sobriedade e o realismo próprios a um discípulo de Jesus". A igreja é chamada para testemunhar do evangelho por demons­tração autêntica de amor e unidade.
Nos dias da igreja primitiva, o fato que mais impressionava as pessoas do império romano era a comunidade de amor que a Igreja testemunhava entre os crentes. "Vejam como eles amam uns aos outros", dizia-se. Em todos os tempos, a prova mais convincente a favor do evangelho não são palavras ou argumentos, mas a demonstração viva do caráter de Deus pelo amor dos cristãos uns pelos outros, expresso em palavras e ações. O evan­gelho não foi feito para ser "uma mensagem sem expressão corporal", escreve Newbigin. Foi feito para ser vivenciado em "uma congregação de homens e mulheres que crêem e vivem pelo evangelho", que mostram em suas relações a beleza do caráter de Deus.

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Por Nancy Pearcey
Verdade Absoluta

2 comentários:

Agnaldo Gomes disse...

"A maneira [da igreja] de falar a verdade não deve estar alinhada com as técnicas publicitárias modernas", escreve Newbigin, "mas tem de ter a modéstia, a sobriedade e o realismo próprios a um discípulo de Jesus".

Como estamos na contra mão do que disse sabiamente Newbigin!

Com certeza, precisamos retornar à muita coisa que está sendo colocada em segundo plano pela Igreja atual.

Um abraço,
Agnaldo Gomes publicou um post sobre.. John Piper e a Teologia da Prosperidade

Junior disse...

Grande Agnaldo!

Andamos a passos largos em direção contrária do que Cristo quis originalmente para sua igreja.
Só nos resta orar e reconstruirmos uma nova história para a igreja de Cristo.

Fraternalmente,
Junior

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